BUSCAPÉ

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Jurassic Park

Boa tarde pessoal!!

Que tal começar a semana com um clássico de aventura hein??
Segura aí então que esse é o primeiro de três!


Jurassic Park



Assim como pode solidificar e ratificar a qualidade de um filme através dos anos, o tempo tem tanto a capacidade de descobrir pequenas pérolas ignoradas e desprezadas na época de seu lançamento quanto o poder de revelar as falhas de produções consagradas. Algumas vezes, porém, esse mesmo tempo pode cometer algumas injustiças. Jurassic Park é uma delas. Desde que se tornou febre mundial quando do seu lançamento, em 1993, o filme dos dinossauros de Steven Spielberg tem sido lembrado única e exclusivamente em função das barreiras quebradas no campo dos efeitos digitais, o que é uma injustiça, levando em conta que se trata de uma das melhores obras de ação e aventura já produzidas.


Qualquer pessoa com mais de 15 anos conhece a história. O milionário John Hammond visita os arqueólogos Alan Grant e Ellie Satler para convidá-los a fazer uma visita ao seu novo projeto, um parque que contém "algo do interesse deles". Ao chegar lá, na companhia do matemático Ian Malcolm, de um advogado e dos netos de Hammond, Grant e Sattler descobrem que, através de inovadoras técnicas de clonagem, o milionário conseguiu trazer de volta à vida dinossauros extintos há 65 milhões de anos. Mas, durante o passeio, uma tempestade e uma tentativa de sabotagem colocam os dinos à solta, inclusive os temidos velociraptores e o imbatível Tiranossauro Rex.


Steven Spielberg é um cineasta extremamente inteligente e, a exemplo do mestre Alfred Hitchcock, conhece intimamente o público a quem se dirige. Em 1975, quando fez Tubarão, Spielberg optou por não mostrar o animal durante grande parte do filme, sabendo que essa espera apenas aumentaria o nervosismo da platéia. Como todos sabemos, ele estava certo, e Tubarão se tornou o maior sucesso de sua época. Mas os tempos mudaram, o cinema evoluiu e o público também não é mais o mesmo. Ciente disso, Spielberg sabia que a tática usada em Tubarão não funcionaria em Jurassic Park e que ele teria que dar às pessoas aquilo que elas esperavam: dinossauros.
 
Dessa forma, portanto, em menos de vinte minutos de filme temos na tela os dinossauros mais convincentes já vistos no cinema se alimentando e caminhando ao lado dos atores. Obviamente, hoje o impacto dessa cena é muito menor do que era onze anos atrás, mas ainda assim a seqüência, belíssima e muito bem dirigida, tem a capacidade de atingir e assombrar o espectador. É claro que Spielberg não entrega todo o pote de ouro logo de cara. As grandes estrelas do filme, o Tiranossauro e os Velociraptores, ganham a tela apenas muito tempo depois. É como se o cineasta dissesse ao público: "Tá, vou colocar esses dinossauros no início para vocês se acalmarem, mas depois eu vou contar o filme da maneira que achar melhor".


Em seguida acompanhamos a explicação sobre a maneira com que os dinossauros foram recriados. Apesar de sabermos ser algo fora de cogitação, é um momento muito eficiente e fundamental à produção, já que realmente convence o público da possibilidade de algo dessa natureza ser levado adiante. E, convenhamos, um filme sobre dinossauros fundamentado na ciência é muito mais atraente do que um calcado na fantasia. (http://www.cineplayers.com/critica/jurassic-park--parque-dos-dinossauros/685)


terça-feira, 1 de julho de 2014

Blog sobre Turismo, Viagens e Intercâmbio.

Bom dia galera!!

Quero aproveitar esse post para divulgar um outro blog que estou começando a trabalhar.



Bem resumido: Vou ajudar a falar sobre turismo, viagens e intercâmbio em geral. Vários destinos sensacionais para se conhecer em todo o mundo ok?

Espero que gostem!

Vlwwwwwwwwwww

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Soul Men

Fala aí galerinha!! beleza??

Seguinte: Eu recebi bastante emails com várias indicações de filmes e séries. Por isso, estarei no outro post (sem ser esse) colocando um review sobre uma série ou seriado que vou pesquisar ok?

Quero agradecer de coração todos os emails e que estou salvando todas os filmes recomendados ok?
Agora vamos a uma excelente comédia pois faz muuuuuito tempo que eu não assistia um filme tão bom e engraçado como esse logo abaixo. É recomendadíssimo!!!


Soul Men



A velhice e a forma como cada um lida com ela é uma temática que tem estado muito em voga no cinema ultimamente. Clint Eastwood e as suas obras têm sido claramente das mais aclamadas, mas há um enorme número de fitas que passam completamente ao lado do grande público e vão para o mercado do lançamento directo para DVD.


Se juntarmos a isto o facto de a maioria do elenco de “Soul Men” ser composto por afro-americanos e de este ser um filme que evoca a velhice e a angústia por não se ter conseguido manter a fama quando se podia, então “Soul Men” acaba por ser uma espécie de ovni em Portugal a estrear numa sala de cinema. Mas longe de mim criticar essa opção, bem pelo contrário. 
- See more at: http://ftp.c7nema.net/critica/item/31371-soul-men-por-jorge-pereira.html#sthash.zDwPF17G.dpuf



E nem o digo por estarmos perante uma obra brilhante, mas de um elenco assombroso que tem uma tal química que seria quase criminoso não vangloriar a sua prestação.


Louis Hinds (Samuel L. Jackson) e Floyd Henderson (Bernie Mac) são dois músicos caídos em desgraça nos dias que correm, depois de nos anos 70 terem sido elementos de um trio musical que só se desfez porque Marcus Hooks (John Legend) decidiu embarcar numa carreira a solo. 


Os dois ainda tentaram prosseguir a carreira, mas o disco que lançaram não vendeu quase nada e eles perderam o comboio do sucesso como acontece com milhares de músicos – quantas pessoas vocês conhecem que tiveram uma música famosa e depois desapareceram?.


Se Floyd ainda escapou ao crime através de negócios legítimos, Louis embarcou em crimes que o levaram à prisão e a uma vida completamente deslocada da ribalta. - See more at: http://ftp.c7nema.net/critica/item/31371-soul-men-por-jorge-pereira.html#sthash.zDwPF17G.dpuf


Vários anos depois, e com estes dois em vidas completamente diferentes das que tinham na sua juventude, os dois decidem reunir-se para homenagear Marcus que entretanto morreu.


A partir daqui partimos numa road trip em que os dois amigos se redescobrem e relembram os velhos tempos, confrontando algumas situações das quais fugiram no passado.

Convenhamos que para um filme sobre uma banda soul há muito pouca música nele. O filme não se preocupa tanto com isso e dá mais valor a cada uma das duas personagens centrais fazendo uma espécie de update das suas vidas até hoje.
- See more at: http://ftp.c7nema.net/critica/item/31371-soul-men-por-jorge-pereira.html#sthash.zDwPF17G.dpuf( fonte:http://ftp.c7nema.net/critica/item/31371-soul-men-por-jorge-pereira.html)




terça-feira, 3 de junho de 2014

Círculo de Fogo (Enemy at the Gates)

Aooooo turma!!!!

Seguinte: estou empolgado com meu outro blog (gamesforlife2013.blogspot.com.br) e vou postar com mais frequência aqui tbm pois filmes é uma terapia sensacional! Sugestões enviem email para lumiguel86@gmail.com

Para quem não assistiu o filme de guerra "Círculo de Fogo", ASSISTAM!! rsrs


Círculo de Fogo




Círculo de Fogo (Enemy At The Gates) é inspirada em um fato real real. A ação se situa na Segunda Guerra Mundial, durante a batalha de Estalingrado. O filme traz a história épica de um jovem soldado russo, Vassili Zaitsev (Jude Law), que se converte rapidamente em herói quando um político Danilov (Joseph Fiennes) o converte no ponto central da campanha de propaganda do Exército Vermelho.



Mas, sua amizade se vê ameaçada quando ambos se apaixonam por uma bela soldado, Tania (Rachel Weisz). Enquanto a batalha pela cidade aumenta, o comandante nazista envia um soldado de elite, o major Konig (Ed Harris), para matar o homem que se converteu na esperança de toda a Rússia: Vassili.




Mas, a resistência russa foi heróica, e os nazistas não consiguiram seu objetivo. Vassili Zaitsev foi um grande franco-atirador do exército soviético. Trabalhou treinando outros atiradores e se converteu em um autêntico herói nacional. 






Há diversas teorias sobre o nascimento da lenda de Zaitsev: seu duelo com um atirador alemão, aexistência do Major Konig, sua história de amor com uma combatente. O duelo foi registrado em numerosos artigos jornalísticos e programas de rádio, mas as descrições variam, e é impossível distinguir a ficção da realidade.       créditos (http://www.terra.com.br/cinema/drama/enemy.htm)




segunda-feira, 19 de maio de 2014

Voltamos! Com Blade Runner

Fala aí pessoal!!! ficamos um bom tempo sem postar mas estamos de volta com um "cráássico". Confiram:



Blade Runner






No início do século XXI, uma grande corporação desenvolve um robô que é mais forte e ágil que o ser humano e se equiparando em inteligência. São conhecidos como replicantes e utilizados como escravos na colonização e exploração de outros planetas. Mas, quando um grupo dos robôs mais evoluídos provoca um motim, em uma colônia fora da Terra, este incidente faz os replicantes serem considerados ilegais na Terra, sob pena de morte.




A partir de então, policiais de um esquadrão de elite, conhecidos como Blade Runner, têm ordem de atirar para matar em replicantes encontrados na Terra, mas tal ato não é chamado de execução e sim de remoção. Até que, em novembro de 2019, em Los Angeles, quando cinco replicantes chegam à Terra, um ex-Blade Runner, é encarregado de caçá-los.







quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Hell on Wheels




Hell on Wheels






Esta nova série dramática conta a história épica do período pós Guerra Civil nos Estados Unidos, focando em um soldado do Exército Confederado, que atravessa o país para se vingar dos aliados da União que assassinaram sua esposa.




A sua jornada o leva até o oeste, para uma perigosa cidade itinerante e sem leis, que se estabelece nos arredores da construção da primeira linha de trem transcontinental do país.


Esse grande feito da engenharia da época termina por trazer à tona uma mistura peculiar de experiências e culturas: imigrantes, afro-descentes recentemente emancipados da escravidão e nativos americanos precisam conviver lado a lado, enquanto o poder institucional faz tudo a seu alcance para tirar o melhor proveito das obras, com sua irrefreável ganância e a corrupção.


domingo, 3 de fevereiro de 2013

Os Intocáveis




Os Intocáveis




Hoje em dia, filmes de gângsters podem parecer muito clichês mas antes eram feitas cadas prodruções de tirar o chapéu e aplaudir de pé. Eu me refiro a "Os Intocáveis"

Filmado em 1987, Os Intocáveis conta com um elenco fabuloso, trilha belíssima, ótima fotografia e uma direção primorosa. Um dos maiores filmes de máfia que retrata o período da lei seca em Chicago.
Apesar de ser um diretor odiado por muitos, é inconteste a preciosidade de Brian De Palma nesse trabalho. A cidade de Chicago é reconstruída maravilhosamente, a fotografia é embasbacante. E o que falar sobre seu trabalho com as câmeras? De Palma transmite sensações de alegria e tensão em instantes, e conseguiu atuações fantásticas de todo o elenco.

A história se passa em Chicago nos anos 30, epóca da lei seca. Eliot Ness (Kevin Costner) é um agente federal encarregado de capturar o gângster Al Capone (Robert De Niro), mas suas tentativas são sempre pífias, graças também a corrupção existente dentro da polícia. Após ser humilhado pelos jornais por suas frustradas apreensões, Ness reúne um pequeno grupo de homens confiáveis e incorruptíveis para realizar a tarefa.
Jim Malone (Sean Connery) é o mentor de Ness, um experiente policial que se junta ao grupo disposto à ajudá-lo. George Stone (Andy Garcia) é um italiano que acaba de ingressar na Academia e por último, Oscar Wallace (Charles Smith), um contador responsável por analisar se Al Capone vinha omitindo informações financeiras em seu imposto de renda.
As atuações são fantásticas. De Niro rouba a cena, interpretando Al Capone cheio de sarcasmo e crueldade, ele e Sean Connery dão um show todas as vezes que aparecem em cena. Kevin Costner fez um ótimo papel, demonstrando as fragilidades e humanidade do seu personagem, isso em um tempo onde ainda tinha uma grande carreira. Charles Smith serve como peça cômica na históra e finalizando com Andy Garcia ainda no início de carreira, mas mostrando a que veio.
Ennio Morricone imortalizou o filme com sua belíssima trilha, conseguindo transpor o que cada imagem exigia de maneira impecável. De Palma abusa de seu trabalho com as câmeras, conseguindo enquadramentos e ângulos inovadores, como na sequência inicial, com uma tomada panorâmica da sala onde está Al Capone se barbeando, e a câmera vai se aproximando lentamento até focar no rosto de De Niro, ou mesmo, na clássica cena da escadaria da estação, onde um carrinho de bebê desce escada abaixo durante o tiroteio, tudo isso filmado em câmera lenta e fazendo homenagem ao “O Encouraçado Potenkim”.
Até hoje não entendo como Brian De Palma não foi condecorado pela Academia por essa obra-prima, o que é uma pena, o filme é extremamente bem dirigido, o roteiro de David Mamet é muito bom, além de contar com um grande elenco, todos trabalhando muito bem. Para quem ainda não conhece, alugue, compre, roube, só não deixe de conferir.
(http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-os-intocaveis/)