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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Voltamos! Com Blade Runner

Fala aí pessoal!!! ficamos um bom tempo sem postar mas estamos de volta com um "cráássico". Confiram:



Blade Runner






No início do século XXI, uma grande corporação desenvolve um robô que é mais forte e ágil que o ser humano e se equiparando em inteligência. São conhecidos como replicantes e utilizados como escravos na colonização e exploração de outros planetas. Mas, quando um grupo dos robôs mais evoluídos provoca um motim, em uma colônia fora da Terra, este incidente faz os replicantes serem considerados ilegais na Terra, sob pena de morte.




A partir de então, policiais de um esquadrão de elite, conhecidos como Blade Runner, têm ordem de atirar para matar em replicantes encontrados na Terra, mas tal ato não é chamado de execução e sim de remoção. Até que, em novembro de 2019, em Los Angeles, quando cinco replicantes chegam à Terra, um ex-Blade Runner, é encarregado de caçá-los.







quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Hell on Wheels




Hell on Wheels






Esta nova série dramática conta a história épica do período pós Guerra Civil nos Estados Unidos, focando em um soldado do Exército Confederado, que atravessa o país para se vingar dos aliados da União que assassinaram sua esposa.




A sua jornada o leva até o oeste, para uma perigosa cidade itinerante e sem leis, que se estabelece nos arredores da construção da primeira linha de trem transcontinental do país.


Esse grande feito da engenharia da época termina por trazer à tona uma mistura peculiar de experiências e culturas: imigrantes, afro-descentes recentemente emancipados da escravidão e nativos americanos precisam conviver lado a lado, enquanto o poder institucional faz tudo a seu alcance para tirar o melhor proveito das obras, com sua irrefreável ganância e a corrupção.


domingo, 3 de fevereiro de 2013

Os Intocáveis




Os Intocáveis




Hoje em dia, filmes de gângsters podem parecer muito clichês mas antes eram feitas cadas prodruções de tirar o chapéu e aplaudir de pé. Eu me refiro a "Os Intocáveis"

Filmado em 1987, Os Intocáveis conta com um elenco fabuloso, trilha belíssima, ótima fotografia e uma direção primorosa. Um dos maiores filmes de máfia que retrata o período da lei seca em Chicago.
Apesar de ser um diretor odiado por muitos, é inconteste a preciosidade de Brian De Palma nesse trabalho. A cidade de Chicago é reconstruída maravilhosamente, a fotografia é embasbacante. E o que falar sobre seu trabalho com as câmeras? De Palma transmite sensações de alegria e tensão em instantes, e conseguiu atuações fantásticas de todo o elenco.

A história se passa em Chicago nos anos 30, epóca da lei seca. Eliot Ness (Kevin Costner) é um agente federal encarregado de capturar o gângster Al Capone (Robert De Niro), mas suas tentativas são sempre pífias, graças também a corrupção existente dentro da polícia. Após ser humilhado pelos jornais por suas frustradas apreensões, Ness reúne um pequeno grupo de homens confiáveis e incorruptíveis para realizar a tarefa.
Jim Malone (Sean Connery) é o mentor de Ness, um experiente policial que se junta ao grupo disposto à ajudá-lo. George Stone (Andy Garcia) é um italiano que acaba de ingressar na Academia e por último, Oscar Wallace (Charles Smith), um contador responsável por analisar se Al Capone vinha omitindo informações financeiras em seu imposto de renda.
As atuações são fantásticas. De Niro rouba a cena, interpretando Al Capone cheio de sarcasmo e crueldade, ele e Sean Connery dão um show todas as vezes que aparecem em cena. Kevin Costner fez um ótimo papel, demonstrando as fragilidades e humanidade do seu personagem, isso em um tempo onde ainda tinha uma grande carreira. Charles Smith serve como peça cômica na históra e finalizando com Andy Garcia ainda no início de carreira, mas mostrando a que veio.
Ennio Morricone imortalizou o filme com sua belíssima trilha, conseguindo transpor o que cada imagem exigia de maneira impecável. De Palma abusa de seu trabalho com as câmeras, conseguindo enquadramentos e ângulos inovadores, como na sequência inicial, com uma tomada panorâmica da sala onde está Al Capone se barbeando, e a câmera vai se aproximando lentamento até focar no rosto de De Niro, ou mesmo, na clássica cena da escadaria da estação, onde um carrinho de bebê desce escada abaixo durante o tiroteio, tudo isso filmado em câmera lenta e fazendo homenagem ao “O Encouraçado Potenkim”.
Até hoje não entendo como Brian De Palma não foi condecorado pela Academia por essa obra-prima, o que é uma pena, o filme é extremamente bem dirigido, o roteiro de David Mamet é muito bom, além de contar com um grande elenco, todos trabalhando muito bem. Para quem ainda não conhece, alugue, compre, roube, só não deixe de conferir.
(http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-os-intocaveis/)




terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Mad Max


MAD MAX





Porque não fazem mais filmes como antigamente?? Impossível não assistir várias vezes apreciando cada cena e momento.

Num futuro próximo, o combustível que alimenta os motores dos carros é também motivo para crimes perpretados por violentas gangues. Max é um jovem policial e junto com seus companheiros patrulha as estradas a fim de impedir a ação daqueles que insistem em perturbar a paz. A morte de um membro pelas mãos de Max dá início a uma série de crimes cruéis cometidos contra sua família e o melhor amigo. Assim, Max só tem uma escolha: vingança.





Mad Max é um dos filmes mais lucrativos já feitos. Com um pequeno orçamento de 400 mil dólares, ele acabou rendendo mais de 100 milhões nas bilheterias ao redor do mundo. Outra curiosidade, o filme levou Mel Gibson ao estrelato praticamente da noite para o dia.A história se passa em “um futuro não muito distante”. A polícia enfrenta diariamente bandidos pelas estradas desérticas. Trata-se de uma gangue de motoqueiros que espalha o caos e rouba combustível em qualquer oportunidade que encontre.Max Rockatansky é o destemido policial que enfrenta as situações mais difíceis. O filme começa com uma perseguição de carros cheia de adrenalina e a tarefa de capturar o bandido Nig
htrider recai sobre Max. A maneira como o herói é apresentado é cheia de estilo, nos dando a certeza de que ele é o cara quando o assunto é acelerar até o limite. As coisas não acabam bem para o bandido, só que a gangue decide se vingar.Mad Max se destaca pelas cenas de ação, particularmente as perseguições de carro. É um trabalho arrojado por parte dos dublês e cheio de criatividade e precisão por conta do diretor George Miller. Poucas sequências de perseguição são tão bem realizadas como as que vemos aqui e olhe que o filme já tem mais de 30 anos. Pena que George Millernão investiu em sua melhor qualidade e acabou dirigindo filmes como Babe – O Porquinho Atrapalhado na Cidade e Happy Feet.Outro ponto forte é o próprio personagem interpretado por Mel Gibson. Ele passa pelas piores situações possíveis que um pai de família pode passar, algo que explica a personalidade vingativa que ele precisa assumir para seguir em frente. Quando pensamos em Mad Max o que sempre vem a cabeça são as cenas de ação, mas existem aqui ótimas momentos intimistas, que trabalham com o amor e a tragédia de uma maneira relativamente simples, mas inegavelmente tocante.Pelo alto grau de ambição e pelas inúmeras cenas de ação de qualidade Mad Max 2: A Caçada Continua é o preferido de muitos fãs, mas eu ainda sou mais este.
http://intratecal.wordpress.com/2012/11/16/critica-mad-max-1979/



sexta-feira, 4 de janeiro de 2013



Os Imperdoáveis



Faroeste é com eles e fim de papo!!!


Bill Munny (Clint Eastwood), um pistoleiro aposentado, volta ativa quando lhe oferecem 1000 dólares para matar os homens que cortaram o rosto de uma prostituta. Neste serviço dois outros pistoleiros o acompanham e eles precisam se confrontar com um inglês (Richard Harris), que também deseja a recompensa e um xerife (Gene Hackman), que não deseja tumulto em sua cidade.





É engraçado que, anos após de cinema sem o devido reconhecimento da Academia, Clint Eastwood tenha se consagrado com um dos gêneros que lhe lançou no cinema: o western, mais conhecido como o clássico faroeste, que gosto tanto. E logo quando o gênero estava bem fraco, com uma leve retomada com o bacaninha Dança com Lobos, do também ator e diretor Kevin Costner. Só que Eastwood não fez apenas um faroeste qualquer, ele redefiniu algumas características com o seu já considerado clássico Os Imperdoáveis.
Para começo de conversa, o protagonista é um ex-sanguinário assassino chamado William Munny (o próprio Eastwood, em uma de suas melhores interpretações), que vive com o fantasma de seu passado violento, depois de ter sido regenerado pela sua mulher Cláudia. Agora é pai viúvo de dois filhos que tenta, com muito sacrifício, levar uma vida honesta de fazendeiro criador de porcos. Um personagem sofrido, amargurado, com um tratamento psicológico bem diferente de um western tradicional. Quando uma prostituta tem seu rosto retalhado por um homem, as moças juntam suas economias para contratar um assassino e fazer a justiça com suas próprias mãos, já que consideraram o veredicto do xerife (Gene Hackman) injusto. Levado pelo dinheiro, Munny parte em busca dos homens e, em um plano mais trabalhado, de confrontação com o seu passado macabro. Munny decide chamar então seu fiel amigo Ned (Morgan Freeman) para acompanhar-lhe nessa busca. Além dos três grandes nomes já citados (que deram um peso enorme ao filme, sem dúvida, e olha que Hackman recusou o papel, só o aceitou devido a insistência de Eastwood!), temos uma participação de Richard Harris (o mago Dumbledore da série Harry Potter, falecido em 25 de Outubro de 2002), perfeito, como sempre.(http://www.cineplayers.com/critica.php?id=260)


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Predador

Predador

 
Caaara, se tem um filme tenso e apavorante mas muito louco é o Predador!!! 
 

SINOPSE: O major Alan "Dutch" Schaefer (Arnold Schwarzenegger) lidera uma equipe de resgate em uma selva da América Central, para tentar encontrar um ministro estrangeiro e funcionários do governo que saíram da rota e se perderam. O exército acredita que eles estejam nas mãos de guerrilheiros, mas o que eles não imaginam é que a floresta esconde uma ameaça mortal, um ser de outro planeta, fortemente armado, que sente enorme prazer em matar (http://www.adorocinema.com/filmes/filme-43225/)
 
 
 
 
 
 
CRÍTICA: No ano de 1987, o diretor de filmes de ação John McTiernan comandou a investida de um pelotão norte-americano em meio às selvas centro-americanas, em busca de um grupo de militares e autoridades governamentais, reféns de guerrilheiros. Para tal missão, escolheram ninguém mais, ninguém menos que Arnold Schwarzenegger, o maior ator de ação do momento. Mas o que poderia ser apenas um filme sobre militares bombados caçando guerrilheiros numa selva tropical, se tornou um dos filmes de ação mais icônicos da década de 80, pela presença marcante de uma das criaturas mais reconhecidas da história do cinema. E não se trata do grandalhão austríaco.
 
Produzido pela 20th Century Fox, detentora do roteiro de Jim e John Thomas, desde o ano de 1985, e com o apoio do famoso produtor Joel Silver, que havia trabalhado com Schwarzenegger em “Comando para matar”, o filme inovou ao retratar a luta de um alienígena contra um exército humano, ao invés do mano a mano ao longo de todo o filme.
 
Uma aventura de primeira qualidade, que apresenta um dos melhores astros desse estilo de cinema em sua melhor forma e uma das criaturas mais reconhecidas de todos os tempos, mostram que “Predador” é um autêntico exemplo de que bons filmes se mantém na mente das pessoas ao longo dos anos, sem se tornarem datados ou menos interessantes. Tudo devido a bons personagens, cenas empolgantes, uma boa dublagem neste caso, e é claro, a presença de Arnold Schwarzenegger enfrentando um monstrengo do espaço.

Mesmo após 25 anos de seu lançamento, “Predador” é ainda um excelente filme de ação e um dos melhores da carreira de Schwarzenegger. Além disso, o personagem-título marcou tanto a história da cultura pop, que se tornou um importante personagem para diferentes mídias, como os quadrinhos, games e televisão, já que várias referências ao monstro foram criadas após a primeira aparição do “caçador do espaço”.



 
 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Reler livros pode ser terapêutico.



Pessoal, estava navegando na net e achei muito interessante esse texo do Blog (http://clubedeleitores.wordpress.com/2012/12/03/reler-livros-pode-ser-teraputico/) escrito por Lucas Baggio onde o mesmo diz que reler o mesmo livro ou rever o mesmo filme algumas ou várias vezes pode ser terapêutico. Eu mesmo costumo assistir algumas vezes os mesmos filmes que eu gosto. Quando esta passando na TV e deixo no canal quando me deparo com um filme que eu gosto. Segue abaixo na íntegra o texto.

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Eu nunca fui muito fã de ler livros mais de uma vez (até porque a minha fila de leitura tá imeensa!).
Mas a pesquisa a seguir mostra que reler livros ou assistir ao mesmo filme pela segunda vez pode sim servir como uma terapia. Veja:

Quem lê o mesmo livro ou assiste ao mesmo filme mais de uma vez já tem uma desculpa para dar aos familiares e amigos. A mania não tem nada a ver com vício ou comportamento obsessivo, mas é um esforço consciente para encontrar camadas de significado mais profundas no material e refletir sobre o próprio amadurecimento.
Esse é o resultado de uma pesquisa liderada por Cristel Russel, professor da American University, nos Estados Unidos. Ele entrevistou 23 pessoas para identificar as razões para o que chamou de “re-consumo” de um material e descobriu que o comportamento não é uma tentativa de reviver o passado, mas uma busca por significado, que pode ter grande valor emocional.
O re-consumo pode, inclusive, servir como uma espécie de terapia, uma vez que permite que a pessoa analise como sua interpretação do livro ou filme mudou com o decorrer do tempo. Segundo os cientistas, isso pode servir de contraste entre o eu atual e o eu do passado. Eles citam como exemplo o caso de um participante do estudo. Pastor evangélico, ele releu a Bíblia inúmeras vezes. De acordo com sua idade, interpretava passagens de modo diferente – um sinal de crescimento.
O resultado da pesquisa, publicada na revista Journal of Consumer Research, pode ser usado pelo mercado de livros. Segundo Russel, os vendedores sempre tentam trazer experiências novas e frescas, mas as velhas experiências também podem ser repetidas de modo a abrir novas perspectivas."